ID#35 – Trincas e Faturas

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Transcrição do vídeo

Seja bem vindo ou bem vinda a mais um vídeo do Inspirando Dentistas e hoje eu quero falar sobre um fato que tem ocorrido com muita freqüência no meu consultório e com certeza também no seu. Que assunto é esse? São as trincas e fraturas dentárias. 
Se você não me conhece ainda eu sou Dulce, Dulce Simões do Inspirando Dentistas e como já falei antes hoje vamos conversar sobre as trincas e até mesmo fraturas que tem acontecido com tanta frequência. As fraturas ou trincas ocorrem mais comumente em cúspides de trabalho e o paciente sempre vai chegar dizendo que o dente dói quando ele mastiga. Essa dor pode ser acentuada pelo frio e pelo calor, e as vezes só em tocar com a língua o dente dói.  Existem alguns casos, os mais severos, que vai haver necessidade de cirurgias periodontais e as vezes até chegando  a exodontia. 
Primeira coisa que eu quero dizer a você é que esses problemas comumente estão relacionados com a presença de restaurações antigas de amálgama. Essas são restaurações não adesivas, e consequentemente termos aí dois materiais, dente e amálgama, com módulos de elasticidade diferentes, e respondendo aos estresses mastigatórios, cada um do seu jeito, e estresse é o que não falta hoje em dia. 
Pois bem amigo, o ponto mais importante para a indicação da substituição dessas restaurações de amálgama por resina não é primeiramente a estética, mas é muito mais evitar esses problemas. E o que devemos fazer? Boa pergunta. Resposta? Devemos prevenir antecipadamente. Mas como assim? Que tal durante o nosso exame clínico fazermos uma análise crítica da função mastigatória? Do grau de enfraquecimento dentário? Se a restauração é muito ampla? Quanto ainda resta de tecido dentário? Se eles tem vitalidade ou não?  Se há sinais de parafunções e hábitos que possam levar a essas trincas e fraturas? Essa avaliação cuidadosa vai levar você a tomar sua decisão. 
E a solução para estes casos envolve sempre procedimentos restauradores adesivos visando o aumento da resistência dental, e assim evitando a propagação da trinca. e com isso diminuindo a sintomatologia.  Temos aí 4 desafios: Fazer uma boa avaliação, assumir a responsabilidade pelas trocas, definir que tipo de preparo deve ser melhor indicado e finalmente realizar uma boa técnica restauradora adesiva. 
Se você também tem passado por isso deixa aqui seu comentário e como tem resolvido. Se ainda não assinou o nosso canal e tem gostado dos nossos vídeos aproveita e assina.
E claro se gostou coloca um like, um beijo grande e vejo você no próximo vídeo.

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